Estas lesões são resultado de uma exposição solar cumulativa e dos danos causados pela radiação ultravioleta que levam à desregulação celular por danos diretos ao DNA. Embora uma parte destas lesões permaneçam benignas, elas têm potencial de evoluir para carcinoma espinocelular invasivo.
As lesões apresentam-se como pápulas ou placas escamosas eritematosas ou hiperpigmentadas com textura áspera. Podem ter coloração avermelhada ou acobreada.
Os fatores de risco incluem diretamente a exposição direta ao sol e à baixa adesão à fatores de proteção solar (protetores solares, roupas com fator UV etc).
O manejo da queratose actínica envolve uma estratégia multimodal centrada em educação do paciente, associadas à tratamentos tópicos, terapia fotodinâmica, criocirurgia e imunoterapia.


Fontes de apoio:
Bernal Masferrer, L.; Gracia Cazaña, T.; Bernad Alonso, I.; Álvarez-Salafranca, M.; Almenara Blasco, M.; Gallego Rentero, M.; Juarranz de la Fuente, Á.; Gilaberte, Y. Topical Immunotherapy for Actinic Keratosis and Field Cancerization. Cancers, 16, 1133, 2024. https:// doi.org/10.3390/cancers16061133
Imagens disponíveis em:
https://www.skincancer.org/pt/skin-cancer-information/actinic-keratosis/actinic-keratosis-warning-signs-and-images/

Enfermeira
Mestre em Ciências Fisiológicas com enfoque na Fisiologia da Pele
Redatora Científica do CQC